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QUADRO DE ATIVIDADES
DA GREVE DO IFPI DURANTE O MÊS DE JULHO
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SEGUNDA
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TERÇA
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QUARTA
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QUINTA
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SEXTA
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1ª SEM. 02 A 06/07
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02/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
PLANTÕES DOS COMANDOS DE GREVE DOS CAMPI DO
INTERIOR
08:00-12:00 - REUNIÃO DO
COMANDO ESTADUAL DE GREVE – SALA B03 - 02
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03/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
PLANTÕES DOS COMANDOS DE GREVE DOS CAMPI DO
INTERIOR
16:00 - REUNIÃO COMUNITÁRIA COM
PROFESSORES E ALUNOS - AUDITÓRIO CENTRAL - MAESTRINA CLÓRIS DE OLIVEIRA -
PRÉDIO C
PAUTA: INFORMES
SOLICITAÇÃO DE REPROGRAMAÇÃO DO
CALENDÁRIO LETIVO
AVALIAÇÃO DA GREVE NACIONAL DA
EDUCAÇÃO FEDERAL
PAUTA LOCAL DE REIVINDICAÇÕES -
CAMPANHA: NEGOCIA... REITOR!!
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04/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
PLANTÕES DOS COMANDOS DE GREVE DOS CAMPI DO
INTERIOR
08:00- ESPORTE NA GREVE II –
TERESINA CENTRAL X TERESINA ZONA SUL – GINÁSIO POLIESPORTIVO - TERESINA
CENTRAL
14:30 - REUNIÃO DO FÓRUM
ESTADUAL DE LUTA DO SERVIÇO PÚBLICO
(LOCAL: ADUFPI)
15:00- CINEMA DA GREVE
III - AUDITÓRIO TERESINA CENTRAL - MAESTRINA CLÓRIS DE OLIVEIRA - PRÉDIO
C.
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05/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
15:00 - REUNIÃO DO
FÓRUM ESTADUAL DE LUTA DO SERVIÇO PÚBLICO
(LOCAL: ACAMPAMENTO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA
FEDERAL – TRE NO CENTRO DE TERESINA)
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06/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
09:00 - CAFÉ DA MANHÃ E RECITAL
VOZ E VIOLÃO DOS SERVIDORES EM GREVE NO CAMPUS TERESINA ZONA SUL
16:OO - REUNIÃO DO FÓRUM
ESTADUAL DE LUTA DO SERVIÇO PÚBLICO
(LOCAL:ADUFPI)
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2ª SEMANA
09 A 13/07
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09/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
CAMPANHA FINANCEIRA PARA A MARCHA NACIONAL À
BRASÍLIA
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10/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
CAMPANHA FINANCEIRA PARA A MARCHA NACIONAL À
BRASÍLIA
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11/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
CAMPANHA FINANCEIRA PARA A MARCHA NACIONAL À
BRASÍLIA
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12/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
CAMPANHA FINANCEIRA PARA A MARCHA NACIONAL À
BRASÍLIA
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13/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
CAMPANHA FINANCEIRA PARA A MARCHA NACIONAL À
BRASÍLIA
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3ª SEM.
16 A 20/07
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16/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
MARCHA NACIONAL À BRASÍLIA: MANIFESTAÇÕES
UNIFICADAS E
ACAMPAMENTO
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17/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
MARCHA NACIONAL À BRASÍLIA: MANIFESTAÇÕES
UNIFICADAS E ACAMPAMENTO
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18/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
MARCHA NACIONAL À BRASÍLIA:
MANIFESTAÇÕES UNIFICADAS, GRANDE ATO NACIONAL DE LUTA E ACAMPAMENTO
ATO ESTADUAL UNIFICADO DE LUTA DOS
SERVIDORES FEDERAIS EM GREVE
(LOCAL E HORÁRIO A SER DEFINIDO PELO
FÓRUM ESTADUAL DE LUTA)
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19/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
MARCHA NACIONAL À BRASÍLIA: MANIFESTAÇÕES
UNIFICADAS E ACAMPAMENTO
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20/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
MARCHA NACIONAL À BRASÍLIA: MANIFESTAÇÕES
UNIFICADAS E ACAMPAMENTO
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4ª SEM.
23 A 27/07
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23/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
PLANTÕES DOS COMANDOS DE GREVE DOS CAMPI DO
INTERIOR
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24/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
PLANTÕES DOS COMANDOS DE GREVE DOS CAMPI DO
INTERIOR
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25/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
PLANTÕES DOS COMANDOS DE GREVE DOS CAMPI DO
INTERIOR
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26/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
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27/07
PLANTÃO DO COMANDO ESTADUAL DE GREVE
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CARTILHA NÃO AO FUNPRESP / APOSENTADORIA
sexta-feira, 6 de julho de 2012
QUADRO DE ATIVIDADES DA GREVE DO IFPI DURANTE O MÊS DE JULHO
POR QUE AS ATIVIDADES DO PARFOR, EAD, PÓS-GRADUAÇÃO, PRONATEC E EXTENSÃO DEVEM SER PARALISADAS?
A greve dos docentes da Educação Federal, deflagrada no dia 17 de
maio, hoje conta com 95% das Universidades e Institutos Federais paralisados,
movimento que se fortaleceu, a partir dos dias 11 e 13 de junho, com a greve
dos servidores da educação superior e da educação básica, profissional e
tecnológica.
Muitos professores do IFPI, embora tenham aderido à greve
nacional da Educação Federal e estejam apoiando o movimento, continuam
desenvolvendo atividades em programas como o PARFOR, EAD, Pós-Graduação,
PRONATEC e programas de extensão.
Embora reconheçamos o impacto que a paralisação desses programas
causará para os estudantes e para a instituição, convidamos os professores à
seguinte reflexão: qual a justificativa para que se paralisem as aulas dos
estudantes de cursos integrados, técnicos e superiores, e não se paralisem as
atividades de programas como o PARFOR?
Se os ESTUDANTES do PARFOR, EAD, Pós-Graduação, PRONATEC e
Extensão são alunos regularmente matriculados no IFPI, dizer que eles pertencem
a programas “especiais” ou que “não podem parar” é uma justificativa que não
faz sentido nem do ponto de vista institucional, nem do ponto de vista
pedagógico, e nem do ponto de vista político.
Do ponto de vista institucional a greve deve obrigar o IFPI a reprogramar o
seu calendário acadêmico, o que implica na reprogramação de todas as atividades
e o estabelecimento de novos prazos, inclusive dos programas mencionados.
Do ponto de vista
pedagógico, os professores desenvolvem, nos
programas em questão, atividades similares àquelas desenvolvidas nos cursos
integrados, técnicos e de graduação, essencialmente atividades de ensino, que
envolvem planejamento, regência e avaliação da aprendizagem.
E, do ponto de vista
político, o professor deve refletir sobre a
atitude paradoxal de aderir apenas parcialmente à greve, dando a entender que
alguns alunos seriam mais importantes do que outros, de tal modo que não
deveriam ser atingidos pela greve.
Entendendo que este não deve ser o pensamento
da maioria dos docentes que escolheram manter a atuação nesses programas,
apelamos ao compromisso pedagógico e à coerência política dos professores que
ainda estão mantendo suas atividades nos programas como PARFOR, EAD,
Pós-Graduação, PRONATEC e Programas de Extensão.
Paralisar essas
atividades significa fortalecer a greve,
pressionando o governo por uma solução mais rápida e eficaz para as
reivindicações apresentadas pelo movimento grevista. Nesse sentido, lutamos para que o trabalho docente deixe de
ser precarizado ao ponto de obrigar os professores a recorrer a inúmeros
programas extraordinários a fim de complementar sua renda para ter uma
remuneração mais digna e condizente com suas necessidades.
A GREVE É FORTE, A LUTA É AGORA!
SINDIFPI, 06/07/2012.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Moção aprovada no 57º CONAD do ANDES
MOÇÃO DE REPÚDIO
Os
delegados ao 57° CONAD do ANDES-SN, realizado em Parnaíba/PI , de 21 a 24 de junho de 2012,
manifestam repúdio às praticas e atos restritivos e coercitivos ao direito de
greve, de organização sindical e de liberdade de expressão praticadas pelo
reitor do Instituto
Federal de Educação do Piauí, professor Francisco das Chagas
Santana, que, diante da força política do movimento docente no IFPI, tem agido
de forma autoritária, visando enfraquecer o movimento dos professores,
pressionando-os a retornarem à sala de aula com ameaça de corte dos dias
parados, negando-se a reconhecer a existência do Sindicato dos Docentes do Instituto Federal do
Piauí – SINDIFPI/S.SIND, o que configura atitude discriminatória,
antidemocrática e antissindical.
O
respeito ao docente e a sua dignidade são imperativos. A proteção de seus
direitos é dever institucional e coletivo. A observância a tais pressupostos é
premissa inarredável para a educação de qualidade. Estes são compromissos
necessários e urgentes de todos os envolvidos no processo educacional, especialmente
dos dirigentes das instituições de ensino.
Parnaíba-PI, 24 de junho de 2012.
Ensino
Público e Gratuito: Direito de Todos, Dever do Estado.
Governo silencia e servidores constroem uma das maiores greves dos últimos anos
Data: 05/07/2012
Os docentes das instituições federais de ensino foram os primeiros
a entrar em greve, em 17 de maio, mas, paulatinamente, outras categorias decidiram paralisar suas atividades e hoje um percentual significativo de servidores está parado. Enquanto isso, o governo se mantém impávido e não apresenta uma proposta. Pelo contrário, já anunciou que os servidores, em termos de reajuste geral, terão 0% em 2013, assim como foi em 2011 e 2012, em um claro desrespeito à Constituição Federal.
Esse descompromisso está sendo o fermento para as greves que se espalham pelo país. De acordo com a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), que representa 80% do total de servidores do executivo, a greve já chega a 26 categorias em 22 estados e o Distrito Federal (ver quadro aqui).
Entre as categorias em greve na base da Condsef estão o Incra, Funasa, Funai, Arquivo Nacional, Inpi, Agricultura, Dnit, Cnem, Datasus, Transportes, Saúde, Museu do Índio, Iphan, INES, Justiça, MTE, Previdência Social, HFA (Celetistas e Estatutários), Integração Nacional, Desenvolvimento Agrário (MDA), Area Ambiental (Ibama, MMA, Chico Mendes), Ceplac, Fundo de Marinha Mercante, Planejamento (4 horas por dia) e Fazenda (1 hora por dia). Servidores do IBGE têm realizado operações padrões e os das agências reguladoras e DNPM, que estão em estado de greve e podem parar por tempo indeterminado a partir do dia 16.
Auditores fiscais da Receita Federal têm realizado operações-padrão e policiais rodoviários federais planejam para a próxima terça-feira, 10 de julho, uma grande manifestação em Brasília. Na Polícia Federal, os agentes também estão mobilizados e prometem engrossar a greve dos servidores federais. “Setores que geralmente são refratários à greve, como o pessoal da Fiocruz e das agências reguladoras, estão parando. Esse é um fator que deve ser ressaltado”, pontuou o dirigente da CSP-Conlutas, Paulo Barela, em reunião do Fórum das Entidades, realizada na terça-feira (3).
No setor das instituições federais, a greve já é realidade entre os docentes de 96 universidades (ver quadro aqui) e a quase totalidade dos institutos federais, incluindo os filiados ao ANDES-SN ou ao Sinasefe, já está parada. Na base da Fasubra, que representa os técnico-administrativos das universidades, a greve se amplia a cada dia.
Para a Condsef, a tendência é que greve continue crescendo, já que a postura inalterada do governo tem estimulado o reforço do movimento pelo Brasil. Essa também é a posição do ANDES-SN. “O governo, na sua intransigência, empurrou os servidores para a greve”, afirma o 1º vice-presidente do Sindicato Nacional, Luiz Henrique Schuch.
Nessa terça-feira (3), dirigentes da Condsef e do Sindidsep-DF foram recebidos pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que se comprometeu a conversar com a presidenta Dilma Rousseff para que ela determine ao Planejamento a apresentação imediata da proposta ao funcionalismo.
Um fator positivo na atual conjuntura é que as categorias estão conseguindo unificar as ações de mobilização, o que só está sendo possível graças ao esforço pela unidade feito pelas entidades desde o início do ano. “Conseguimos unificar uma pauta comum (ver aqui), em cima de sete pontos, e sem constranger as nossas pautas específicas, estamos lutando de forma conjunta”, avalia Schuch.
Atividades
Em plenária dos Servidores Públicos Federais (SPF) realizada no início de junho, foi decidida a realização de uma série de atividades unificadas, que já foram ou serão realizadas até o final de julho. Nesta semana estão previstas ações nos estados, que terão como mote a “Qualidade nos serviços públicos”.
No próximo sábado (7/7) haverá uma reunião conjunta dos Comandos de Greve do setor da educação em Brasília e de 9 a 13 de julho serão realizados atos unificados nos estados com o mote Copa do Mundo, a serem realizados em locais simbólicos, como nos estádios em construção e rodovias.
No dia 18 de julho, haverá uma grande Marcha de servidores em Brasília para cobrar do governo uma resposta às pautas protocoladas. Dessa data até o dia 20 está programado um acampamento na Esplanada dos Ministérios. No dia 20, será realizada uma plenária dos SPF, quando será deliberado outro calendário de mobilizações.
Brasília para cobrar do governo a resposta das pautas protocoladas. Durante todos os dias haverá atividades políticas na Esplanada. E no dia 20 acontece uma plenária unificada de avaliação com todas as entidades com categorias em greve.
“Nós, os servidores, já entregamos a nossa pauta ao governo e cabe a ele, agora, apresentar uma proposta. Graças à nossa mobilização conseguimos que categorias em greve fossem recebidas na mesa de negociação, mas precisamos ir além. O Planejamento tem de, efetivamente, apresentar uma proposta. E será a nossa pressão que fará com essa negociação no rito e no prazo que produza resultados”, avalia Schuch.
Com informações da Condsef
Os docentes das instituições federais de ensino foram os primeiros
Esse descompromisso está sendo o fermento para as greves que se espalham pelo país. De acordo com a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), que representa 80% do total de servidores do executivo, a greve já chega a 26 categorias em 22 estados e o Distrito Federal (ver quadro aqui).
Entre as categorias em greve na base da Condsef estão o Incra, Funasa, Funai, Arquivo Nacional, Inpi, Agricultura, Dnit, Cnem, Datasus, Transportes, Saúde, Museu do Índio, Iphan, INES, Justiça, MTE, Previdência Social, HFA (Celetistas e Estatutários), Integração Nacional, Desenvolvimento Agrário (MDA), Area Ambiental (Ibama, MMA, Chico Mendes), Ceplac, Fundo de Marinha Mercante, Planejamento (4 horas por dia) e Fazenda (1 hora por dia). Servidores do IBGE têm realizado operações padrões e os das agências reguladoras e DNPM, que estão em estado de greve e podem parar por tempo indeterminado a partir do dia 16.
Auditores fiscais da Receita Federal têm realizado operações-padrão e policiais rodoviários federais planejam para a próxima terça-feira, 10 de julho, uma grande manifestação em Brasília. Na Polícia Federal, os agentes também estão mobilizados e prometem engrossar a greve dos servidores federais. “Setores que geralmente são refratários à greve, como o pessoal da Fiocruz e das agências reguladoras, estão parando. Esse é um fator que deve ser ressaltado”, pontuou o dirigente da CSP-Conlutas, Paulo Barela, em reunião do Fórum das Entidades, realizada na terça-feira (3).
No setor das instituições federais, a greve já é realidade entre os docentes de 96 universidades (ver quadro aqui) e a quase totalidade dos institutos federais, incluindo os filiados ao ANDES-SN ou ao Sinasefe, já está parada. Na base da Fasubra, que representa os técnico-administrativos das universidades, a greve se amplia a cada dia.
Para a Condsef, a tendência é que greve continue crescendo, já que a postura inalterada do governo tem estimulado o reforço do movimento pelo Brasil. Essa também é a posição do ANDES-SN. “O governo, na sua intransigência, empurrou os servidores para a greve”, afirma o 1º vice-presidente do Sindicato Nacional, Luiz Henrique Schuch.
Nessa terça-feira (3), dirigentes da Condsef e do Sindidsep-DF foram recebidos pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que se comprometeu a conversar com a presidenta Dilma Rousseff para que ela determine ao Planejamento a apresentação imediata da proposta ao funcionalismo.
Um fator positivo na atual conjuntura é que as categorias estão conseguindo unificar as ações de mobilização, o que só está sendo possível graças ao esforço pela unidade feito pelas entidades desde o início do ano. “Conseguimos unificar uma pauta comum (ver aqui), em cima de sete pontos, e sem constranger as nossas pautas específicas, estamos lutando de forma conjunta”, avalia Schuch.
Atividades
Em plenária dos Servidores Públicos Federais (SPF) realizada no início de junho, foi decidida a realização de uma série de atividades unificadas, que já foram ou serão realizadas até o final de julho. Nesta semana estão previstas ações nos estados, que terão como mote a “Qualidade nos serviços públicos”.
No próximo sábado (7/7) haverá uma reunião conjunta dos Comandos de Greve do setor da educação em Brasília e de 9 a 13 de julho serão realizados atos unificados nos estados com o mote Copa do Mundo, a serem realizados em locais simbólicos, como nos estádios em construção e rodovias.
No dia 18 de julho, haverá uma grande Marcha de servidores em Brasília para cobrar do governo uma resposta às pautas protocoladas. Dessa data até o dia 20 está programado um acampamento na Esplanada dos Ministérios. No dia 20, será realizada uma plenária dos SPF, quando será deliberado outro calendário de mobilizações.
Brasília para cobrar do governo a resposta das pautas protocoladas. Durante todos os dias haverá atividades políticas na Esplanada. E no dia 20 acontece uma plenária unificada de avaliação com todas as entidades com categorias em greve.
“Nós, os servidores, já entregamos a nossa pauta ao governo e cabe a ele, agora, apresentar uma proposta. Graças à nossa mobilização conseguimos que categorias em greve fossem recebidas na mesa de negociação, mas precisamos ir além. O Planejamento tem de, efetivamente, apresentar uma proposta. E será a nossa pressão que fará com essa negociação no rito e no prazo que produza resultados”, avalia Schuch.
Com informações da Condsef
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Carreira: Salário federal tem diferença de até 580%
1 Votes
A folha de pagamento de servidores federais revela que a diferença salarial pode chegar a 580%: um professor universitário auxiliar começa ganhando R$ 2,2 mil; um advogado, R$ 14,9 mil.
A divulgação dos salários de todos os servidores públicos do Executivo federal, que começou nesta semana por força da Lei de Acesso à Informação, revelou o tamanho da discrepância entre as remunerações de diferentes áreas. Embora em toda campanha eleitoral candidatos apregoem nos palanques que ensino e saúde são prioridades do país, isso não se reflete na estrutura salarial do funcionalismo federal.
Entre as carreiras de nível superior, ninguém recebe tão pouco quanto professores e médicos. As diferenças chegam a 580% quando se compara o salário inicial de um professor auxiliar universitário ou de escolas técnicas em início de carreira, com 40 horas semanais, com o de um advogado da União com mesma carga horária: o primeiro começa com R$ 2,2 mil; o segundo, com R$ 14.970. Essa discrepância na folha de pagamento federal é um reflexo do que já se verifica na iniciativa privada.
Esse mesmo advogado chega ao setor público ganhando 368% a mais que um médico federal de início de carreira, que tem salário de R$ 3,2 mil. O GLOBO fez levantamento dos salários de todas as carreiras de nível superior do serviço público federal — do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.
Na elite do Executivo estão carreiras como delegado da Polícia Federal, perito criminal, advogado da União, procurador federal, auditor fiscal da Receita e diplomata. Todos têm salários iniciais a partir de R$ 13 mil e no fim da carreira os vencimentos passam dos R$ 18 mil, isso sem contar gratificações.
fonte: http://kiminda.wordpress.com/2012/07/02/carreira-salario-federal-tem-diferenca-de-ate-580/
terça-feira, 3 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
III "CINEMA NA GREVE"
Convite: - Exibição do Filme " A ONDA"
Dia:Quarta(04/07)
Horário:15:00h
Local:Auditório Central do Prédio C
Depois da exibição teremos uma roda de conversa sobre o filme.
Compartilhem e Participem!!
Dia:Quarta(04/07)
Horário:15:00h
Local:Auditório Central do Prédio C
Depois da exibição teremos uma roda de conversa sobre o filme.
Compartilhem e Participem!!
Com café da manhã aos funcionários do Planejamento, docentes exigem negociação
Data: 02/07/2012
Desde às 7h desta segunda-feira (2), quem chegou para trabalhar no Planejamento foi surpreendido com o ato, que contou com a participação de mais de 200 pessoas. Frutas, sucos, café, e pães foram distribuídos aos funcionários do prédio junto com uma rosquinha que acompanhava a carta dirigida ao secretário de Relações do Trabalho (SRT/MP), Sérgio Mendonça, cobrando a proposta do governo e o agendamento da data em que ela será apresentada. Veja aqui a carta.
“Queremos a abertura de negociação efetiva, ainda esta semana, com apresentação de proposta do governo para a reestruturação da nossa carreira. A categoria está extremamente indignada com a falta de resposta e de compromisso do governo tanto com os docentes quanto com a sociedade, diante desta greve forte, que já passa de 45 dias e engloba mais de 90 IFE.”, disse Marinalva Oliveira, presidente do ANDES-SN.
A atividade, realizada em clima alegre e descontraído, foi considerada um sucesso pelos organizadores. “Os funcionários do Planejamento nos receberam de forma muito positiva. Entregamos a carta à coordenadora de negociação e relações sindicais do Planejamneto, Edina Lima, que se comprometeu em repassá-la ao Sérgio Mendonça. Se não obtivermos retorno até o fim do dia, amanhã ligaremos cobrando uma resposta. Exigimos que Dilma atenda às nossas reivindicações”, comentou a professora Celi Taffarel, da Associação de Professores da Universidade Federal da Bahia (Apub) e representante do CNG do ANDES-SN.
Marinalva Oliveira ressaltou que nesta segunda-feira, 2, venceu mais uma data apontada pelo próprio Mendonça, na única reunião realizada com os docentes (12/6) desde o início da greve, em 17 de maio, para apresentação da proposta do governo e conclusão das negociações sobre a reestruturação da carreira docente.
Chamado à presidente Dilma
O Comando Nacional de Greve do ANDES-SN está preparando uma carta endereçada à presidente Dilma Rousseff. Na análise de conjuntura divulgada pelo CNG neste domingo (1/7), os professores em greve concluem que “o fato do governo Dilma não ter apresentado proposta de carreira para negociação com os docentes até a presente data deixa evidente uma política que não alterou seus rumos de tratar com austeridade os trabalhadores e os serviços públicos, nos marcos da reforma de Estado iniciada nos governos Collor e Itamar, e continuada nos governos FHC, Lula e Dilma.”
No documento, ressaltam também que a expansão do sistema federal de educação no Brasil expandiu-se em bases orçamentárias insuficientes e sem autonomia, aprofundando o processo de precarização das condições de trabalho nas IFE, materializado na falta de docentes e técnico-administrativos, na saturação ou mesmo na inexistência de infraestrutura adequada para o ensino, a pesquisa e a extensão, bem como na intensificação crescente do trabalho dos docentes, técnico-administrativos e trabalhadores terceirizados.
Além disso, apontam que “a queda do financiamento per capita e a insuficiência de recursos para a assistência estudantil se expressam na degradação das condições objetivas para a permanência dos estudantes nas instituições e a conclusão exitosa em seus cursos.” Leia aqui a íntegra do texto.
A greve no setor da Educação, que teve início em 17 de maio com 33 IFE, segue forte. O Comando Nacional de Greve estima que 95% das instituições federais de ensino estão com as atividades paralisadas – veja quadro.
Durante toda a semana, estão previstas manifestações e atividades em todos os estados, com intensa participação da base docente, em conjunto com os técnicos-administrativos e estudantes também em greve.
Confira a agenda divulgada pelo CNG do ANDES-SN para as próximas semanas:
3/7 – Terça-feira - Atividade Nacional dos estudantes em defesa da Educação. Em Brasília, o ato será em frente ao MEC às 9h.
3/7 – Terça-feira - Ação unificada no Parlamento em torno da MP 568, a partir das 10h.
3 a 6/7 – Ações Unificadas nos Estados. Sobre a “Qualidade nos serviços públicos”. No caso dos docentes em greve, o foco será o Reuni e a expansão sem devida aplicação de recursos.
7/7 – Reunião conjunta dos Comandos de Greve em Brasília.
9 a 13/7 – Atos unificados nos estados com o mote COPA. Locais simbólicos da COPA. Estádios em construção.
18 a 20/7 – Acampamento na Esplanada, em Brasília, dos Servidores Públicos Federais (SPFs).
18/7 - Marcha Brasília.
20/7 - Plenária dos Servidores Públicos Federais (SPFs).
Veja aqui o quadro da greve, atualizado em 1/7 pelo CNG do ANDES-SN.
Clique na imagem para ver ampliada.
Atividade - "CINEMA NA GREVE"
Exibição do Filme " A ONDA"
Dia:Quarta(04/07)Horário:15:00h
Local:Auditório Central do Prédio C
Depois da exibição termos uma roda de conversa sobre o filme.
Compartilhem e Participem!!
Filme alemão de 2008 dirigido por Dennis Gansel e estrelado por Jürgen Vogel, Frederick Lau, Jennifer Ulrich e Max Riemelt. É inspirado no livro homônimo de 1981 do autor americano Todd Strasser e no experimento social da Terceira Onda.
O professor Rainer Wenger tem por tarefa ministrar uma aula sobre Anarquia, após os primeiros minutos da aula, ele decide fazer um projeto com os alunos transformando a sala em um tipo de governo fascista realmente, contudo, os alunos começam a sair do controle e começam a propagar "A onda" por toda a cidade tornando o projeto um movimento real. Quando as coisas começam a sair do controle, o professor tenta parar o movimento, mas já é tarde demais.
GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO FEDERAL
IFE´s NA GREVE NACIONAL UNIFICADA
Universidades Federais (ANDES-SN, ANEL e FASUBRA) - 95 %
Institutos Federais de Educação (ANDES-SN, ANEL, SINASEFE e FASUBRA) - 95 %
Centros Federais de Educação Tecnológica (ANDES-SN, ANEL e FASUBRA) - 100%
Institutos Federais de Educação (ANDES-SN, ANEL, SINASEFE e FASUBRA) - 95 %
Centros Federais de Educação Tecnológica (ANDES-SN, ANEL e FASUBRA) - 100%
PROPOSTA DO GOVERNO DILMA-PT= 0 !!!!
domingo, 1 de julho de 2012
COMUNICADO ESPECIAL DO COMANDO NACIONAL DE GREVE - 1º DE JULHO DE 2012
COMUNICADO
ESPECIAL
1º
DE JULHO DE 2012
SUMÁRIO
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1 – AVALIAÇÃO DE CONJUNTURA
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01
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2 – ENCAMINHAMENTOS
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04
|
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3 – AGENDA
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04
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DILMA ROUSSEFF ATENDA AS
REIVINDICAÇÕES DOS DOCENTES
NEGOCIAÇÕES JÁ!
Após 40 dias de greve das Instituições Federais de
Ensino, a greve ampliou-se, está fortalecida e envolve hoje 95% das IFE. Nosso
movimento defende justíssimas reivindicações por carreira única, elevação do
patamar salarial e condições de trabalho. A greve tem a solidariedade e o apoio
da classe trabalhadora que quer, sim, ver seus filhos inseridos em um sistema
nacional de educação pública, gratuita, laica, de qualidade e socialmente
referenciada, direito de todos e dever do Estado.
O fato do governo Dilma não ter apresentado
proposta de carreira para negociação com os docentes até a presente data deixa
evidente uma politica que não alterou seus rumos de tratar com austeridade os
trabalhadores e os serviços públicos, nos marcos da reforma de Estado iniciada
nos governos Collor e Itamar, e continuada nos governos FHC, Lula e Dilma.
O governo Dilma está comprometido com o arrocho
salarial e o corte de gastos sociais, e embora não se mostre disposto a atender
as reivindicações dos servidores públicos por carreira, reajuste salarial e
melhores condições de trabalho, atende, sim, os setores ligados ao capital,
seja por meio de subsídios, financiamento público e isenções fiscais, seja
gastando mais de 45% do orçamento da União com o pagamento de juros e
amortizações do sistema rentista da dívida pública.
Num quadro em que os docentes das IFE estão entre
as categorias com os mais baixos salários do serviço público, o sistema federal
de educação no Brasil expandiu-se em bases orçamentárias insuficientes e sem
autonomia. Com isto, aprofundou-se o processo de precarização das condições de
trabalho nas IFE, materializado na falta de docentes e técnico-administrativos,
na saturação ou mesmo na inexistência de infraestrutura adequada para o ensino,
a pesquisa e a extensão, bem como na intensificação crescente do trabalho dos
docentes, técnico-administrativos e trabalhadores terceirizados. A queda do
financiamento per capita e a insuficiência de recursos para a assistência
estudantil se expressam na degradação das condições objetivas para a permanência
dos estudantes nas instituições e a conclusão exitosa em seus cursos.
A construção de pautas locais de greve no interior
das instituições de ensino, levantadas por unidades nos campi expressam este
quadro de precarização aguda nas IFE. Defender tais reivindicações é defender a
Educação Pública no Brasil. E defender a Educação Pública de Qualidade como um
direito de todos e um dever do Estado é defender, antes de tudo, uma
reivindicação histórica da classe trabalhadora.
Nossa greve encontra eco cada vez maior na
sociedade com a insatisfação generalizada em face da desvalorização crônica da
educação pública e do trabalho docente, e coloca em pauta a necessidade de defender a Educação
Pública de Qualidade. A disposição dos
docentes para a negociação vem sendo demonstrada nos últimos anos e chegou ao
limite com o não cumprimento de acordos e compromissos assumidos pelo próprio
governo de Dilma Rousseff.
Não aceitamos pedidos de tréguas sem atendimento as
nossas reivindicações justíssimas.
Não aceitamos ataques ao direito de greve, constitucionalmente
assegurados a todos, sejamos contratados permanentes, substitutos ou temporários.
Não aceitamos a repressão e o assédio contra
docentes em greve, no exercício de seu direito.
Não aceitamos a quebra da autonomia da
Universidade.
Não aceitaremos a desculpa do não atendimento de
nossas reivindicações com o argumento de imposição e de limite de prazos em
relação a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Não aceitamos a desculpa da “proteção da nação da
crise internacional”, quando sabemos que o que se economiza com o arrocho
salarial, com os ataques aos direitos dos trabalhadores, os cortes nos gastos
sociais e nos investimentos públicos em educação, saúde e outros serviços
públicos de qualidade está sendo destinado para financiar os lucros dos bancos
e grandes empresas, as arenas da Copa, as valas abertas da corrupção e o
sistema rentista da dívida pública.
É pela força do movimento que a presidenta Dilma
Rousseff ouvirá a voz da greve, que ao reivindicar carreira, elevação do
patamar salarial, melhores condições de trabalho, de fato exige outra politica
do governo, que não siga prisioneira do sistema rentista da dívida pública e de
restrições orçamentárias que não existem para os grandes capitalistas, que
lucram cada vez mais com a isenção de impostos e com todo o tipo de
transferência de recursos pública para a esfera privada, que hoje faltam para
as IFE e o conjunto dos serviços públicos.
O tempo urge e exigimos do Governo negociações
concretas e efetivas JÁ.
Depois de mais de 40 dias de greve sem que o
governo tenha apresentado qualquer proposta, a hora é de radicalizar nossa
greve, reafirmar nossa pauta em defesa da educação e da valorização do trabalho
docente, apostar na força da mobilização unificada crescente com os outros
setores da educação e do serviço público por todo o país, denunciar com força
crescente o descaso do governo com a educação e dele exigir a imediata abertura
de negociações com o atendimento das reivindicações.
A GREVE É
FORTE. A LUTA É AGORA.
ENCAMINHAMENTOS
Solicitar aos comandos locais de greve uma
avaliação da mobilização no sentido de radicalizar as ações.
Trabalhar politicamente para construir com os
demais entidades ações no âmbito da Marcha do dia 18 que demonstram a
disposição do movimento de não aceitar as negativas do governo em responder a
pauta e que exponha para a sociedade a sua intransigência.
Organizar
atos locais relacionados com agenda DILMA, MERCADANTE, BELCHIOR e HADDAD
Solicitação
Audiência com o Ministério Ciência e Tecnologia.
Intensificar
ações locais, construídas de forma unificada sempre que possível, que exponha a
politica de governo e seus aliados de abandono das politicas públicas de
interesse social, evidenciando de forma contundente a responsabilidade das
autoridades governamental em todos os níveis.
CARTA
DOS PROFESSORES A DILMA E A SOCIEDADE
Ato
conjunto com ESTUDANTES com o ANDES/SN, SINASEFE, FASUBRA em frente ao MEC
tratar das negociações.
AGENDA
02/07/2012
– Segunda-feira. Ato Café da Manhã no
MPOG - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Organização: CNG do ANDES/SN e SINASEFE. Convidados
FASUBRA, Comando Nacional de Greve dos Estudantes.
03/07/2012
– Terça-feira. Atividade Nacional dos estudantes em defesa da Educação. Em Brasília
o ato será em frente ao MEC as 09:00 horas.
03/07/2012
– Terça-feira. Ação unificada no Parlamento em torno da MP 568.
07/07/2012
– Reunião conjunta dos Comandos de Greve em Brasília.
18/07
- Marcha Brasília.
20/07
- Plenária dos Servidores Públicos Federais (SPFs).
PROGRAMAÇÃO DA GREVE NO IFPI – DE 02 A 04 DE JULHO
TERÇA-FEIRA (03/07/2012)
HORÁRIO: 16:00h - Reunião Comunitária com PROFESSORES/AS e ESTUDANTES DO IFPI
LOCAL- Auditório Central - Maestrina Clóris de Oliveira - Prédio C
Pauta: Informes
Discussão sobre a SOLICITAÇÃO de reprogramação das férias dos professoresAvaliação da Greve Nacional da Educação Federal
PAUTA local de Reivindicações - Campanha: Negocia... Reitor!!!
etc.
Pauta: Informes
Discussão sobre a SOLICITAÇÃO de reprogramação das férias dos professoresAvaliação da Greve Nacional da Educação Federal
PAUTA local de Reivindicações - Campanha: Negocia... Reitor!!!
etc.
IMPORTANTE A PARTICIPAÇÃO DE TOD@S!!
PROGRAMAÇÃO DA GREVE NO IFPI – DE 02 A 04 DE JULHO
Segunda (02/07/2012)
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Terça
(03/07/2012)
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Quarta
(04/07/2012)
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08-12h Reunião do Comando Local de Greve
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Encaminhamentos p/ Reunião Comunitária
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08-12h – II Esporte na Greve. Teresina Central X Zona Sul
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15 – 18h Reunião do Comando Local de Greve
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16-18 Reunião Comunitária de
Professores e Alunos do IFPI
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15h
– 18h- Cinema na Greve
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AGENDA DE ATIVIDADES DA GREVE DO IFPI
Atividades da Próxima Semana
02 a 06/07/2012
Segunda – 08-12h Reunião do Comando de Greve - b03 - 02
Terça – 16h - Reunião comunitária com professores e alunos - Auditório Central - Maestrina Clóris de Oliveira - Prédio C
Pauta: Informes
SOLICITAÇÃO de reprogramação do Calendário Letivo
Avaliação da Greve Nacional da Educação Federal
PAUTA local de Reivindicações - Campanha: Negocia... Reitor!!!
etc.
IMPORTANTE A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!!!
Quarta – 08h II Esporte na greve – IFPI - Teresina Central X Zona Sul – Ginásio Poliesportivo _ Teresina Central
– 15h- Cinema da Greve - Auditório Central - Maestrina Clóris de Oliveira - Prédio C.
PARTICIPEM!!!
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