quinta-feira, 22 de agosto de 2013

RELATO DA REUNIÃO ENTRE O SINDIFPI, REITORIA, DIGEP E CPPD SOBRE A PROGRESSÃO DOCENTE

RELATO DA REUNIÃO ENTRE O SINDIFPI, REITORIA, DIGEP E CPPD SOBRE A PROGRESSÃO DOCENTE 

DATA: 19/08/2013
PRESENTES:
  • REITORIA: Paulo Henrique Gomes de Lima
  • SINDIFPI: Marconis Fernandes Lima, Patrícia Soares de Andrade, Gilcelene de Brito Ribeiro, Isabel Cristina Rocha Hipólito Gonçalves, Ivan dos Santos Silva, João Bosco de Sousa Almeida.
  • DIGEP: Luciana Soares da Rocha
  • CPPD: José Luis de Oliveira e Silva


PONTOS EM DISCUSSÃO

1) Situação das progressões dos docentes – trabalho da CPPD

O SINDIFPI, expressando as demandas do(a)s professore(a)s de sua base, solicitou informações sobre a situação da progressão docente, ressaltando as perdas salariais e a quebra da isonomia em relação a outros IF’s em que a contagem do tempo de serviço foi feita em 18 meses.

O representante da Comissão Provisória da CPPD explicou que todos os docentes do IFPI terão o seu tempo de serviço recontado tendo como referência o interstício de 18 meses. Entretanto, o número de processos acumulados na Comissão e a quantidade reduzida de funcionários (apenas dois técnico-administrativos e seis docentes) tornam o trabalho lento e permitem uma produtividade de apenas 3 ou 4 processos analisados por dia de serviço.

Foi informado que os primeiros docentes a serem reposicionados na carreira serão os que primeiramente entraram com processos solicitando a recontagem do tempo de serviço, e receberão o vencimento atualizado a partir de setembro de 2013. Não haverá necessidade dos demais docentes do IFPI entrarem com processos, pois todos terão o seu tempo recontado.

Quanto ao volume de trabalho e a dificuldade de pessoal e espaço para a realização do trabalho, o SINDIFPI fez as seguintes sugestões: 
1) que as análises sejam feitas na sala da CPPD e não da DIGEP, dada a falta de espaço desta e o grande fluxo de pessoas na Diretoria; 
2) que a CPPD seja dividida para que dois dos seis docentes dediquem-se somente à recontagem, pareceres e portarias, e que os demais membros responsabilizem-se pelas outras demandas; 
3) que aos dois técnico-administrativos que atualmente trabalham nas análises e cálculos sejam acrescentados mais dois técnicos, a serem solicitados provisoriamente aos campi Teresina-Central e Teresina-Zona Sul.
Essas sugestões foram entendidas como uma alternativa mais viável para a aceleração do trabalho, devido à preocupação com a finalização do exercício financeiro de 2013.

O representante da CPPD informou que no prazo de uma semana a Comissão se reunirá para avaliar o estágio atual dos procedimentos e para elaborar um calendário que forneça aos docentes do IFPI uma projeção de quando cada um será reposicionado e passará a receber os seus vencimentos correspondentes a esse reposicionamento.

Quanto ao retroativo referente aos meses/ anos em que a contagem foi feita em 18 meses ou não foi feita de modo nenhum, a DIGEP informou que neste caso os docentes terão que entrar com processos individualmente, pois para fazer o pagamento pelo sistema SIAPE é necessário informar o número do processo administrativo. A Reitoria irá orientar o momento em que essas solicitações deverão ser feitas; neste momento, pede-se que os docentes aguardem a finalização dos trabalhos de recontagem.

NOTA: Na reunião, o SINDIFPI solicitou a informação sobre quantos e quais docentes já tinham sido reposicionados até o momento, e tanto o representante da CPPD quanto o reitor afirmaram que não tinham esse dado.
Causou profunda estranheza, então, a publicação do Boletim de Serviços Eletrônico no dia seguinte à reunião, no qual consta a progressão de um pequeno número de professores, dentre os quais o próprio reitor e a maioria dos membros da atual CPPD. (Em consulta ao sistema SUAP, no dia de hoje - 22/08, não foram encontrados registros de processos solicitando contagem de tempo de interstício para progressão funcional em 18 meses de três dos beneficiados com o reposicionamento na carreira docente).
Diante de uma evidente ausência de transparência nos critérios de garantia do direito à progressão, o SINDIFPI solicitou, nesta quinta, dia 22/08, esclarecimento da quantidade e ordem com data de entrada de cada um dos  processos na CPPD e dos critérios utilizados para determinar a progressão dos docentes listados no Boletim de Serviço. Cabe registrar que a alteração na ordem cronológica de entrada dos processos de progressão em 18 meses, altera também a ordem do cálculo e do pagamento dos retroativos para os docentes do IFPI.
Link para o Boletim de Serviços: http://www5.ifpi.edu.br/attachments/article/1808/boletim_eletronico_440.pdf

Confira os ofícios:



2) Reformulação da Organização Didática do IFPI

O SINDIFPI pediu esclarecimentos quanto ao método pelo qual as sugestões provenientes dos campi serão sistematizadas e analisadas, pois isso não foi deixado claro nos comunicados da PROEN às Diretoras Gerais e Diretorias de Ensino dos campi. O Sindicato enfatizou que essa reformulação deve ser fruto de um amplo e aprofundado processo de discussão que envolva todos os sujeitos da instituição, e lembrou o compromisso, firmado na negociação da pauta local de greve, de que esse processo seja realizado em um fórum com ampla representação setorial e dos campi.
A Reitoria informou que após o recebimento das sugestões a PROEN elaborará uma estratégia para garantir esse compromisso.

3) Reformulação do Ensino Médio Integrado no IFPI

O SINDIFPI informou que foi contatado nas férias de julho pelo Pró-Reitor de Ensino em exercício, para discutir uma possível reformulação do Ensino Médio Integrado do IFPI, visando a redução de sua duração de quatro para três anos.

A Reitoria esclareceu que essa é uma proposta em estudo para ser implantada como piloto nos novos campi, como Oeiras e São João, os quais teriam espaço e estrutura para um Ensino Médio em tempo integral, com aulas no turno e contra-turno. Há também a intenção de submeter projetos de construção de 10 novas salas de aulas em vários dos campi já existentes, para que esse piloto, uma vez avaliado como positivo, seja proposto para todo o IFPI.

A posição do SINDIFPI é de que qualquer reformulação dessa natureza deve ser estudada e discutida por toda a instituição, seja em fóruns, seja através de suas representações. Enfatizou ainda que uma possível reformulação deve objetivar o aumento da qualidade da formação, e isso somente é possível com o aumento da carga horária, especialmente da educação básica, com a contratação de mais professores e a ampliação/ qualificação da infraestrutura dos campi.


4) Substituição do representante docente do Campus Teresina-Central no CONSUP

segundo colocado na eleição para representante docente do Campus Teresina-Central no Conselho Superior do IFPI, prof. João Bosco de Sousa Almeida, informou à Reitoria que entrará com uma solicitação ao CONSUP. A solicitação visa a substituição do então primeiro colocado, em virtude do atual representante desempenhar um cargo de direção, quando tal condição foi expressamente vedada pelo edital que regulou a escolha dos representantes.

5) Pedidos de afastamento de docentes


O reitor afirmou que o parecer autorizando o afastamento deve partir dos campi, passando pela aprovação dos colegiados ou assembleias departamentais e pelo deferimento do diretor geral. Contudo, se este deferimento for condicionado à contratação de professor substituto, não há garantia de deferimento por parte da reitoria, uma vez que é necessário a consulta ao banco de vagas.

Os/as professores/as do IFPI em Assembleia Geral decidem participar da PARALISAÇÃO NACIONAL marcada para 30 de agosto

DIA 30/08 O IFPI VAI PARAR!!!

Em Assembleia Geral do Sindicato dos/as Docentes da IFPI (SINDIFPI),  Seção Sindical do Andes/SN,  realizada no dia 20/08 em Teresina, os/as professores/as do IFPI decidem participar da PARALISAÇÃO NACIONAL marcada para 30 de agosto(sexta-feira), integrando-se ao chamado de várias Centrais Sindicais(CSP-CONLUTAS, CUT, CTB, FORÇA SINDICAL, UGT, NCST, CSB, CGTB que mobilizam diferentes categorias de trabalhadores para um dia nacional de luta e paralisações em todo país!

Confira os eixos da pauta unificada proposta pelas Centrais:- redução do preço e melhor a qualidade dos transportes coletivos;
- mais investimentos na saúde e na educação pública;
- fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias;
- redução da jornada de trabalho;
- Salário igual para trabalho igual, combatendo a discriminação da mulher no trabalho;
- fim dos leilões das reservas de petróleo;
- contra o PL 4330, da terceirização;
- Reforma Agrária.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ANDES-SN reforça importância da participação no Dia Nacional de Paralisação (30)

No dia 30 de agosto, será realizado em todo o país o Dia Nacional de Paralisação. Chamada pelas centrais sindicais, a data deve ser um marco na luta da classe trabalhadora no segundo semestre de 2013. Além de participar das várias manifestações que tomaram as ruas do país nos últimos meses, trabalhadores de diversas categorias realizaram, em abril, junho e julho deste ano, grandes atos demonstrando a crescente insatisfação com as políticas os governos e clara disposição para o enfrentamento. 

Como ferramenta de mobilização, a CSP-Conlutas disponibilizou um boletim informativo detalhando os pontos da pauta unificada de reivindicações das centrais sindicais, para ser amplamente distribuído à população (clique aqui). O material foi enviado a todas as Seções Sindicais do ANDES-SN. Nesta semana, a CSP-Conlutas divulgou ainda um vídeo (confira) em que reforça a importância da participação dos trabalhadores no Dia Nacional de Paralisação. “As jornadas de junho sacudiram o Brasil. Milhões exigiram o passe livre, transporte, saúde e educação. Os trabalhadores também entraram em cena em 27 de junho, convocados pela CSP -Conlutas e o Espaço de Unidade de Ação, e em 11 de julho, convocados pelas centrais sindicais, quando cerca de 3 milhões pararam a produção e mais de 50 rodovias foram bloqueadas[...]. Agora, é hora de organizar a paralisação nacional do dia 30 de agosto. Vamos exigir que o governo Dilma mude a política econômica e atenda a pauta dos trabalhadores”, afirma a Central.
 Com foco específico na pauta dos Servidores Públicos Federais (SPF), o Fórum das Entidades Nacionais dos SPF disponibilizou um cartaz unificado da categoria, convocando a adesão à paralisação no dia 30 de agosto. Além das atividades nos estados, está prevista também a realização de um ato em Brasília (DF). Veja aqui o cartaz.

Para reforçar a necessidade dos docentes se integrarem às mobilizações, o ANDES-SN enviou a circular nº 128/2013, indicando às seções sindicais a realização de assembleias gerais para que estabeleçam, de acordo com suas deliberações, a participação e as atividades a serem preparadas para a jornada de lutas de agosto. Leia aqui o documento.


“Nesse momento é fundamental que cumpramos nosso papel, sem atropelar as nossas formas organizativas democráticas pela base, para ampliar e fortalecer a participação dos docentes nas ações orientadas pelo Sindicato Nacional e pela nossa central - CSP Conlutas” , destaca o documento.

A presidente do ANDES-SN, Marinalva Oliveira, ressalta a importância da participação dos professores na organização dos atos em suas cidades, junto às demais entidades representativas dos trabalhadores. “Precisamos fortalecer a mobilização para realizar mais um grande dia nacional de paralisação, em 30 de agosto, quando demonstraremos nossa insatisfação com as políticas dos governos em relação aos serviços essenciais como educação e saúde públicas, e com os constantes ataques aos direitos dos trabalhadores”, destaca.

Confira os eixos da pauta unificada proposta pelas Centrais:
- redução do preço e melhor a qualidade dos transportes coletivos;
- mais investimentos na saúde e na educação pública;
- fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias;
- redução da jornada de trabalho;
- Salário igual para trabalho igual, combatendo a discriminação da mulher no trabalho;
- fim dos leilões das reservas de petróleo;
- contra o PL 4330, da terceirização;
- Reforma Agrária.

Além da pauta unificada, a CPS-Conlutas tem como reivindicações para o dia 30: o não pagamento da dívida externa e interna; contra as privatizações; chega de recursos públicos para as grandes empresas, queremos dinheiro para saúde e educação; congelamento dos preços dos alimentos e das tarifas públicas; aumento geral dos salários; redução da taxa de juros e fim do superávit primário, chega de dar dinheiro para banqueiros; contra toda forma de discriminação e opressão; contra a criminalização das lutas.

“Dia 30 de agosto tem paralisação nacional. Participe. Ajude a parar seu local de trabalho, as escolas, as universidades”, convoca a CPS-Conlutas.

O SINDIFPI CONVIDA PARA PARTICIPARMOS DO I Encontro de Seguridade Social dos Docentes da UFPI

I Encontro de Seguridade Social dos Docentes da UFPI

Período:

Dias 22 e 23 de agosto de 2013 em Teresina-PI


Temário:

1. Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal - FUNPRESP.
2. Regras jurídicas da previdência diferenciadas para aposentadoria (como fica a situação dos docentes aposentados, em processo de aposentadoria e recém-contratados).
3. Avaliação de conjuntura: problemas de aposentadoria (passado, presente e futuro).

Programação:

Dia 22.08.2013 – 5ª feira
18h - Abertura
18h 30m - Avaliação de Conjuntura: Problemas de Aposentadoria (passado, presente e futuro)
    Expositor: Representante do ANDES SN
21h - Coquetel de Boas Vindas

Dia 23.08.2013 – 6ª feira
8h - Conferência: A Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal – Funpresp
Expositor - Leandro Madureira: Assessor Jurídico do ANDES, especialista em Direito Previdenciário e Público.

11h - Lançamento da Jornada de Lutas Contra a Funpresp

12h - Intervalo

14h - Mesa: As Regras Jurídicas da Previdência para a Aposentadoria (Estudo de Casos)
Expositor - Leandro Madureira: Assessor Jurídico do ANDES, especialista em Direito Previdenciário e Público.
 
20h - Sarau das Gerações (sede social da ADUFPI com a participação da cantora Iracema)
Faça sua inscrição online:

Outros documentos:


domingo, 18 de agosto de 2013

ASSEMBLEIA GERAL DOS PROFESSORES DO IFPI - 20/08/2013 - 17h





CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA GERAL DOS PROFESSORES DO IFPI

DATA: Terça-feira 20/08/2013
HORÁRIO: 17:00h 

LOCAL: AUDITÓRIO DO PRÉDIO B DO IFPI  - CAMPUS TERESINA CENTRAL.

PAUTA:
·      INFORMES (REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE, PROGRESSÃO, ETC)
·      AVALIAÇÃO DA CONJUNTURA NACIONAL 
PARALISAÇÃO NACIONAL DO DIA 30/08
REFORMULAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO IFPI
·  ENCAMINHAMENTOS.

PARTICIPEMOS TODOS!!!!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Jorge Guimarães, presidente da CAPES, afirma que os Institutos Federais não foram criados para serem universidades!


Em debate sobre o "impacto e avaliação da pesquisa", o  presidente da CAPES, Jorge Guimarães, afirmou que:
"Os institutos devem retornar ao foco inicial que era o de termos técnicos bem formados. No Brasil temos mania de querer que todo mundo seja doutor. Em países como Alemanha, formam-se técnicos de qualidade. Devemos retomar o propósito dessas instituições"
  Segundo Guimarães, muitos institutos estão "enviando propostas de mestrados para a Capes, mas essas propostas não serão aprovadas, já que o foco dos institutos tecnológicos é outra. [...]Institutos de ensino profissional e tecnológicos não foram criados para serem mini-universidades", concluiu o presidente da Capes. "

Tradução: Na cabeça desse pesquisador "iluminado", os Institutos devem servir apenas, e tão somente, para formação de mão-de-obra técnica e barata para o capital!!!!

sábado, 10 de agosto de 2013

30 DE AGOSTO de 2013 - PARALISAÇÃO NACIONAL em defesa dos direitos dos trabalhadores e da juventude!

30 DE AGOSTO: PARALISAÇÃO NACIONAL para mudar o país e atender as necessidades dos trabalhadores!

 

 
01/08/2013

 
Nosso país tem muitas riquezas, mas os trabalhadores não usufruem daquilo que produzem.
 
A chegada do PT e seus partidos aliados ao governo, em 2003, acendeu a esperança de que, pela primeira vez, nossa situação pudesse mudar de fato, pois até então,  a direita (a grande burguesia) mandou e desmandou no Brasil.
 
Infelizmente, passados dez anos dessa experiência, as condições de vida do nosso povo não melhoraram nas mesmas proporções em que aumentaram os lucros das grandes empresas e dos banqueiros. O governo Dilma, como os anteriores, administra o país de costas para os trabalhadores. Os governos estaduais e municipais fazem a mesma coisa.
 
Saúde e educação públicas continuam em péssimas condições. O transporte é caro e somos transportados em condições desumanas. A corrupção continua e os privilégios dos políticos não foram alterados. Falta moradia, reforma agrária e saneamento básico. As privatizações e entrega do patrimônio público seguem em ritmo acelerado.
 
Os governos que se diziam de esquerda se aliaram aos grandes empresários e não vão resolver os problemas que afetam a vida dos trabalhadores. A velha direita (PSDB, DEM, PMDB e outros) tampouco vai fazê-lo, já sabemos, pois já governaram e sempre massacraram a nossa classe.
 
Queremos o Brasil governado pelos trabalhadores, outra forma de organização da sociedade e de distribuição da riqueza que nós, trabalhadores e trabalhadoras, produzimos.
 
O capitalismo está em crise em todo o mundo, gerando desemprego, sucateamento dos serviços públicos, falta de perspectiva para a juventude, além de guerras e violência.
 
Nós queremos uma sociedade igualitária e socialista. Onde todos e todas possam viver dignamente, livres de toda forma de exploração e opressão. Por isso, estamos lutando!
 
Reforma política e plebiscito não resolvem os problemas do país!
 
Para tentar responder as manifestações que sacudiram o país em junho, o governo federal anunciou propostas de reforma política e plebiscito, tentando desviar a atenção das reivindicações populares, por melhores condições de vida, salários, empregos decentes, saúde, educação, moradia e transporte de qualidade.
 
 Será preciso mudar o sistema político sim, acabar com a corrupção. Mas, se fosse “para valer” a proposta da presidenta Dilma, as perguntas do plebiscito teriam que ser sobre: 1) a redução do salário dos políticos ao mesmo salário que ganha um profissional da educação pública; 2) a prisão e o confisco dos bens dos corruptos e corruptores; 3) proibição de financiamento das campanhas dos políticos e partidos por empresas privadas (começa aí a corrupção); 4) revogação do mandato de parlamentares e governantes que descumprem as promessas de campanha; isto só para dar alguns exemplos. Você viu alguma autoridade falar sobre alguma destas questões?
 
Por isso estamos nas ruas e vamos parar o Brasil no dia 30 de agosto: para construir um país a serviço dos trabalhadores e trabalhadoras!
 
ISSO É O QUE QUEREMOS (páginas centrais)
 
As centrais sindicais do Brasil estão convocando um dia nacional de paralisação para cobrar dos governos e dos patrões a nossa pauta de reivindicações. Vamos parar o Brasil por:
 
-Melhoria da qualidade e diminuição do preço dos transportes coletivos: chega de desrespeito à população, mais ônibus e metrôs de qualidade.
 
-10% do PIB para a educação pública: pagamento do piso nacional aos trabalhadores em educação, escola pública de qualidade para todos.
 
- 10% do orçamento para a saúde pública: saúde não é mercadoria, chega de filas e mortes nos hospitais públicos.
 
-Fim dos leilões das reservas de petróleo: chega de privatização e entrega do patrimônio brasileiro.
 
-Fim do fator previdenciário e aumento do valor das aposentadorias: respeito e dignidade para quem construiu esse país.
 
-Redução da jornada de trabalho: trabalhar menos para ter qualidade de vida e tempo para a família.
 
-Contra o PL 4330: chega de terceirizações e precarização do trabalho.
 
-Reforma agrária: terra para quem nela vive e trabalha.
 
-Salário igual para trabalho igual: basta de discriminação à mulher no trabalho.
 
COM ESTE MODELO ECONÔMICO NÃO SERÁ POSSÍVEL GARANTIR VIDA DIGNA A QUEM TRABALHA
 
Por isso nossa luta é também por:
 
-Não pagamento da dívida externa e interna aos banqueiros e especuladores. Só em 2012 foram mais de R$ 750 bilhões do orçamento do país para isso. Queremos estes recursos na saúde e educação pública, na moradia e nos transportes públicos.
 
 
- Contra as privatizações do patrimônio e dos serviços públicos. Reestatização do que já foi entregue ao capital privado. Petrobras 100% estatal, revogação da EBSERH, da privatização da aposentadoria dos servidores, arquivamento do PL 092, fim das PPPs no transporte e nas estradas e das privatizações dos aeroportos.
 
- Chega de recursos públicos para as grandes empresas (desoneração, isenções fiscais, crédito subsidiado, etc.). Recursos públicos para o serviço público e a valorização dos servidores; SE TEM DINHEIRO PRA COPA TAMBÉM TEM PARA A SAÚDE E EDUCAÇÃO!
 
- Cobrança imediata das dívidas das grandes empresas (nacionais e estrangeiras) com o INSS, FGTS, BNDES e bancos estatais.
 
- Congelamento dos preços dos alimentos e tarifas públicas. Aumento geral dos salários. O salário deve ser suficiente para assegurar o que manda a Constituição Federal, ou seja, cobrir as despesas de uma família para ter vida digna (moradia, alimentação, vestuário, saúde, educação, cultura e lazer).
 
- Redução drástica da taxa de juros e fim do superávit primário: chega de dar dinheiro para banqueiros.
 
- Contra toda forma de discriminação e opressão: chega de violência contra os negros, mulheres, LGBTs, indígenas e moradores da periferia.
 
- Contra a criminalização das lutas e das organizações dos trabalhadores e da juventude: Lutar é um direito e não um crime.
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ASSEMBLEIA GERAL DOS PROFESSORES DO IFPI - 20/08/2013



CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA GERAL DOS PROFESSORES DO IFPI

DATA: Terça-feira 20/08/2013

 
HORÁRIO: 17:00h 


LOCAL: AUDITÓRIO DO PRÉDIO B DO 

IFPI  - CAMPUS TERESINA CENTRAL.

PAUTA: 
  • INFORMES (REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE, PROGRESSÃO, ETC)
  • AVALIAÇÃO DA CONJUNTURA NACIONAL - PARALISAÇÃO NACIONAL DO DIA 30/08 
  • REFORMULAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO IFPI
  • ENCAMINHAMENTOS.

PARTICIPEMOS TODOS!!!!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

ANDES-SN repudia atos de violência da PM na Unifesp da Baixada Santista

ANDES-SN repudia atos de violência da PM na Unifesp da Baixada Santista 

Os atos de violência perpetrados por policiais militares, que no dia 31 de julho, agrediram moral, fisicamente e com truculência, o funcionário Ricardo Ferreira Gama m frente ao Campus Santos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foram repudiados veementemente pelo ANDES-SN, em moção divulgada nesta sexta-feira (9). Dois dias depois do episódio, Gama foi assassinado nas proximidades da universidade, por homens encapuzados.

O Sindicato Nacional repudia ainda a coação por parte da força policial aos estudantes que tentaram intervir em defesa do funcionário e que seguem sendo perseguidos. O crime, ainda sem solução, e as ameaças geraram clima de medo e insegurança na comunidade.

A entidade exige posicionamento público da direção da Universidade a respeito dos fatos e que sejam tomadas medidas para impedir que isto volte a acontecer. “Reivindicamos providências também para que se faça justiça e se garanta a integridade das pessoas ameaçadas e perseguidas”, finaliza o texto da moção, que foi à Reitoria da Unifesp, à Direção do Campus da Unifesp/BS, ao Ministério Público de Santos, à OAB de Santos e à Secretaria de Segurança de Santos.

Confira aqui íntegra do documento.


Leia mais: Comunidade acadêmica participa de ato contra violência policial na Unifesp

Fonte: Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior-ANDES-SN

Data: 09/08/2013

domingo, 4 de agosto de 2013

Justiça Federal condena diretores do IFCE de Quixadá por assediar servidora

Justiça Federal condena diretores do IFCE de Quixadá por assediar servidora

Gestores deverão indenizar servidora do Instituto Federal do Ceará por danos morais, no valor de R$ 20 mil

A assistente de administração Iandra Raquelly Brito de Oliveira, servidora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus Quixadá, deverá ser indenizada pelos gestores da instituição por ter sido vítima de assédio moral. A decisão da Justiça Federal, por meio de uma sentença do juiz Nagibe de Melo Jorge Neto, da 23ª Vara da Seção Judiciária, situada em Quixadá, foi publicada no Diário de Justiça desta segunda-feira (29).

De acordo com a publicação, a servidora relatou que sofreu grande abalo emocional, em virtude do assédio moral praticado pelo grupo gestor da instituição, composto pelo diretor Aristides de Souza Neto, pela Sra. Josimary Horta de Araújo (representante do Departamento de Recursos Humanos) e pelo Sr. Francisco de Assis Rocha da Silva (Diretor de Ensino e chefe imediato da postulante). A situação obrigou a servidora pública a se afastar de suas funções inúmeras vezes para tratamento de saúde e acompanhamento psiquiátrico. Segundo Iandra Oliveira, esses afastamentos ocasionaram uma avaliação de desempenho insuficiente, que poderão acarretar em sua exoneração.

Diante disso, a servidora pleiteou a realização de novas avaliações de desempenho e estágio probatório; o pagamento de faltas atribuídas e descontadas de sua remuneração; a contagem do tempo de serviço indevidamente considerado como falta. O juiz observa que houve “perda do objeto da ação no tocante aos pedidos de realização de novas avaliações de desempenho e de pagamento das faltas atribuídas e descontadas, uma vez que a demandante não faz mais parte do quadro de servidores da ré e que os valores descontados indevidamente já foram devolvidos”.

Já em relação ao pedido de condenação do promovido a pagar indenização à requerente, pelos danos causados em virtude do assédio moral, o juiz da 23ª Vara de Seção Judiciária, Nagibe de Melo Jorge Neto, entendeu estar comprovada a prática de assédio moral por parte dos gestores do IFCE, impondo-se, assim, o dever de reparar o dano moral suportado pela autora.

Na fundamentação da sentença, o juiz federal descreve que “o assédio moral caracteriza-se pela conduta abusiva, repetitiva e prolongada, de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade emocional do indivíduo, por expô-lo a situações humilhantes e constrangedoras, capazes de causar ofensa a sua personalidade, dignidade ou integridade psíquica. A prática do assédio moral, na maioria das vezes, é feita de forma velada; quando explícito, a vítima raramente encontra testemunhas dispostas a delatá-lo, o que dificulta sua comprovação”.

Ainda de acordo com o magistrado, o caso dos autos, entretanto, foge à regra. Em que pese a alegação da ré no sentido da ausência de comprovação dos eventos ocorridos, encontra-se presente nos autos prova robusta no sentido de que a autora vinha sofrendo desprezo, sarcasmos e humilhações de sua chefia. Com efeito, constata-se, através dos diversos documentos colacionados, que a requerente foi vítima de condutas abusivas e perseguições praticadas pela chefia da instituição.

O juiz federal Nagibe de Melo Jorge Neto condenou a ré no pagamento, a título de indenização por danos morais, no valor de R$ 20.000,00, sobre o qual incidirá juros de mora, no percentual de 1% (um por cento) ao mês, desde o evento danoso (25/05/2011) e correção monetária a partir da presente data. Condenou ainda a parte ré, ao pagamento de honorários advocatícios, que arbitro em dez por cento do valor da condenação.

Confira a íntegra da sentença, publicada no Diário da Justiça de 29 de julho, páginas 46 e 47.

Fonte: Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior-ANDES-SN
Data: 01/08/2013

Mais uma vitória da pressão popular: homologado o parecer do CNE/CEB que regulamenta o HP!

Mais uma vitória da pressão popular: homologado o parecer do CNE/CEB que regulamenta o HP!


O secretário municipal de educação de Teresina, Kleber Montezuma (PSDB) com sua truculência vem querendo tocar terror e promover a divisão dos profissionais em educação da capital do Piauí.

Uma das principais estratégias que ele tem usado é a tentativa de aumentar a quantidade de tempo em que o professor e a professora permaneçem em sala de aula em interação direta como o/a aluno/a, infringindo inclusive a Lei Federal 11.738/2008 (a Lei do Piso), que regulamenta que este tipo de atividade não deve passar de 2/3 da carga horária de trabalho.

Para isto vem usando uma conta absurda idealizada pelo ex-secretário Paulo Machado (PTB). Entretanto, para seu desespero, e graças às lutas e mobilizações da classe, esta semana o MEC homologou o Parecer CNE/CEB nº 18/2012, aprovado em 2 de outubro de 2012 , que trata da implantação da Lei nº 11.738/2008, que institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da Educação Básica.

O parecer põe por terra a tese fascista de Montezuma/Machado e reafirma o que o SINDSERM sempre defendeu sobre o HP e que a atitude corajosa da categoria fez cumprir nas escolas municipais e CMEIS de Teresina.
Sobre isto o Parecer CNE/CEB nº 18/2012 afirma:

"Como afirma o Parecer CNE/CEB nº 8/2004, formulado pelo então Conselheiro Carlos Roberto Jamil Cury, ao qual voltaremos mais adiante, não há qualquer problema que determinado sistema componha jornadas de trabalho de professores com duração da hora-aula em 60, 50 ou 45 minutos, desde que as escolas e a própria rede estejam organizadas para prestar aos estudantes a totalidade da carga horária a qual eles fazem jus. Assim, poderá haver jornada de trabalho de 40 horas semanais, com aulas de 60 minutos; jornada de trabalho de 40 horas semanais, com aulas de 50 minutos; ou jornada de trabalho de 40 horas semanais, com aulas de 45 minutos de duração. 

De acordo com a legislação, portanto, a jornada de trabalho de 40 horas semanais deve ser composta da seguinte forma, independente do tempo de duração de cada aula, definido pelos sistemas ou redes de ensino: 
  
Duração total da jornadaInteração com estudantesAtividades extraclasse
40 horas semanaisNo máximo 2/3 da jornadaNo mínimo 1/3 da jornada

Logo, para cumprimento do disposto no § 4º do art. 2º da Lei nº 11.738/2008, não se pode fazer uma grande operação matemática para multiplicar as jornadas por minutos e depois distribuí-los por aulas, aumentando as aulas das jornadas de trabalho, mas apenas e tão somente destacar das jornadas previstas nas leis dos entes federados, 1/3 (um terço) de cada carga horária. Nesse sentido a lei não dá margem a outras interpretações.
Dito de outra forma: independentemente do número de aulas que os alunos obterão durante um período de 40 horas semanais, a Lei nº 11.738/2008 se aplica a cada professor individualmente. Por exemplo, numa jornada de 40 horas semanais, o professor realizará26,66 horas de atividades com educandos e 13,33 horas de atividades extraclasse."

Sobre a carga horário de contratação do/a professora o parecer afirma:
"Ao professor, por outro lado, é garantida a contratação com base em um determinado número de aulas, independentemente da duração de cada aula para efeito do que assegura ao estudante a LDB. Portanto, cada professor deve cumprir um determinado total de aulas semanais, organizadas em: 

 atividades de interação com educandos; 
 atividades extraclasse."

O parecer ainda relativiza a suposta obrigatoriedade de o professor permanecer no estabelecimento de ensino no seu HP.
"As horas de atividade extraclasse são essenciais para que o trabalho do professor tenha a qualidade necessária e produza resultados benéficos para a aprendizagem dos estudantes. Considerando-se ou não o disposto mais acima, estes momentos incluem o trabalho que o professor realiza fora da escola, normalmente em sua própria residência, incluindo leituras e atualização; pesquisas sobre temas de sua disciplina e temas transversais; elaboração e correção de provas e trabalhos e outras tarefas pedagógicas. 
O professor sempre trabalhou, e muito, em sua própria residência. A composição da jornada de trabalho que considera e remunera este trabalho, reconhece um fato concreto e, com a Lei nº 11.738/2008, melhora o tempo e as condições para que este trabalho seja feito. 
Registre-se que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi alterada pela Lei nº 12.551/2011, sancionada em 15 de dezembro de 2011, que equipara o trabalho realizado no 
local de trabalho e o realizado na residência do trabalhador, desde que comprovável, inclusive por meios eletrônicos. E o trabalho que o professor realiza em sua casa pode ser facilmente comprovado. 
Tem sido constantemente noticiado pelos meios de comunicação a queda do número de universitários formados em cursos voltados a disciplinas específicas do magistério e a crescente evasão de professores da educação pública para outras atividades, em razão dos baixos salários e da desvalorização profissional do magistério." 

É por isto que reafirmamos que "só a luta muda a vida" e chamamos todos os servidores municipais de Teresina para a:

ASSEMBLEIA GERAL COM PARALISAÇÃO, nesta terça feira, dia 06 de agosto, no Teatro de Arena da Praça da andeira. 
 

domingo, 4 de agosto de 2013